Sonhos, planos e conquistas

Algumas pessoas sonham.
Apenas sonham.
“Eu gostaria tanto de…”
“Ah, se eu pudesse…”
“Como seria bom se…”
Esperam, esperam, esperam.
Sabem que esse dia está muito distante.
Não há nada a fazer. Já que tudo depende dos outros: da economia, do clima, da saúde, do dinheiro, da justiça, dos clientes, dos concorrentes, do chefe, da esposa, do namorado,  etc.

Outras pessoas vão um pouco adiante.
“Eu vou fazer…”
“Este ano vou concluir o curso de …”
“Desta vez vou mudar minha atitude em relação a…”
“Vou começar a …”
E dois meses depois, você vê que nada mudou.
Surgiram outras prioridades.
Os dias são tão corridos e não dá tempo…
“Vai ficar para próxima oportundiade.”
Frustração, desânimo, ao perceber que mais uma vez a história se repete.

Também há pessoas que se atiram nos projetos, sem pensar muito.
E pagam o preço da improvisação, do despreparo, do desperdício de tempo, dinheiro, etc.

E há pessoas que ficam pensando, pensando, pensando…
Pensam tanto  que não conseguem sair do lugar.
Querem que tudo seja perfeito.
São especialistas em enxergar as dificuldades.

Há muitas outras formas que as pessoas adotam para lidar com essa questão.

Sim, há também pessoas que parecem não fazer (quase) nenhum esforço, se divertem e conseguem avanços significativos e consistentes.
É bom notar que elas “parecem não fazer (quase) nenhum esforço”, aos nossos olhos. Mas o fato é que elas fazem muitas  coisas, via de regra bem mais do que  a maioria das pessoas. Só que, de maneira diferente, mais eficaz e mais eficiente. Enquanto que o trabalho é sofrimento para grande parte das pessoas, é uma diversão para aquelas. E mais um detalhe: sabem planejar e executar  efetivamente seus planos.

O final do ano é a época em que as pessoas revisam o ano que passou e pensam no ano que se incia. Principalmente, fazem projeções. Renovam esperanças. Fazem “planos”. Parece ser um hábito na maioria das culturas modernas.
E também parece ser um padrão dominante as pessoas fazerem muitas promessas e “planos” de mudanças que logo são esquecidos ou abandonados.

Neste contexto, os “planos” são apenas um apelido que as pessoas dão para promessas, desejos, vontades. São muito diferentes dos planos verdadeiros que permitem àquelas pessoas  cidas acima de obterem avanços significativos e consistentes, de maneira eficaz e eficiente.

E você? É daqueles que fazem “planos” ou planejam  de verdade?

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