O vício é uma “solução” que se tornou problema

19 Junho, 2009

Um dia, você estava diante de um problema que não conseguia resolver.

O problema o afetava intensamente. Você se sentia muito mal por não conseguir resolver o problema.
Estava dominado por alguma emoção negativa, indesejável e insuportável: ansiedade, angústia, desepero, medo, pavor, solidão, tristeza, desesperança, ou qualquer outra desta categoria.

Precisava encontrar uma solução, um alívio.

Aí você encontrou a “solução”: algo que amenizou aquela emoção insuportável e até trouxe um conforto e prazer.
Qual foi a “solução”? Alguma substância (álcool, nicotina, açúcar, algum remédio, droga, etc.) ou alguma atividade (internet, jogos, sexo, etc.).

O problema com essa “solução” é que ela não resolve o problema verdadeiro mas apenas alivia o sintoma.
O álcool não vai trazer emprego para quem está desempregado.
O açúcar não vai trazer dinheiro para quem está endividado.
O sexo não vai melhorar a autoestima de quem se acha inferior.

Mas a pior parte dessa “solução” é que ela se torna um sério problema. Traz prejuízos para você e às pessoas próximas.
Prejuízos na saúde física, mental, financeira, familiar, profissional, etc.
Nesse ponto nós passamos a chamar a “solução” de vício.

E o vício costuma desenvolver vida própria, tornando-se independente do problema original.
Você fica dependente daquele vício e sua falta provoca dor emocional (e física, eventualmente), que é resolvida novamente com o próprio vício.
Você passa a viver em função dele. O vício passa a comandar sua vida.

Em estágios avançados, as pessoas perdem empregos, famílias, dinheiro, saúde e não raramente, até a própria vida.

O tratamento do vício é algo complexo, pois envolve pelo menos dois problemas: o problema original e o próprio vício.
É preciso resolver dos dois problemas, para se ter uma solução consistente, confiável e duradoura.

Provavelmente você já ouviu falar que “parar de fumar engorda”. Isso pode ocorrer (mas nem sempre) quando se trata apenas o vício e se esquece do problema original.
Se o problema original continua a existir, aquela emoção indesejável e insuportável também estará presente.
Sem aquela válvula de escape (o vício), você terá de procurar alguma outra “solução” para camuflar a emoção. Eventualmente essa “solução” pode ser o açúcar, a cafeína, o jogo, etc.

Você sai de um vício e entra num outro…


Proatividade agora, ou reatividade mais tarde

22 Abril, 2009

Proatividade é uma característica inata ou é algo que pode ser aprendida?

Se a proatividade é inata, faz sentido ficarmos falando que devemos ser proativos?
Se essa característica é inata, então uma pessoa ou é proativa ou não é.
Portanto, dizer “seja proativo” para alguém que não nasceu com essa característica seria perda de tempo.

Na verdade, o problema é um pouco diferente.

Proatividade é um conceito.
Um conceito que reúne certos comportamentos.
Sendo um conceito, cada pessoa irá descrever a proatividade a sua maneira.
Mas mesmo assim, uma idéia comum estará presente nessas descrições ou definições: agir antecipadamente aos fatos.

O proativo se contrapõe ao reativo.
Enquanto o proativo se antecipa aos fatos, o reativo reage aos fatos.
Um reativo precisa que algo aconteça para então entrar em ação.
O proativo, para poder agir antes do fato acontecer, precisa ser capaz de antevê-lo.

Mas o reativo também antevê os fatos.
Uma empresa, diante da crise, demite funcionários. Isso porque está prevendo que suas vendas terão queda acentuada nos meses seguintes. Demite antes que a situação piore. É preciso salvar sua pele.
Esta é uma atitude reativa típica. E está se “antecipando aos fatos”.

Alguns pensam que proatividade é o sinônimo de iniciativa.
No exemplo acima, houve iniciativa. Mas apesar disso, a atitude é reativa.

Embora a proatividade esteja em alta nos dias de hoje, a reatividade não deve ser condenada indiscriminadamente. Ela ainda é o menor dos males. Existe algo pior: a passividade. Mesmo porque todos nó somos reativos em alguma medida, conforme o contexto. Incluindo aqueles que se considera m proativos.

A questão é complexa, como você pode perceber.

Podemos dizer que se alguém não for proativo agora, ele provavelmente terá comportamento reativo no futuro.

Empresas, governos e pessoas estão tendo comportamentos reativos diante da crise economica atual. Isto porque não foram proativos o suficiente no passado.

Ser proativo é mais ou menos como faz um bom jogador de xadrez: enxergar  vários passos adiante, ter e seguir a estratégia para vencer.

Proativo hoje ou reativo amanhã: você escolhe.


Receitas para o fracasso e frustração (mais uma vez) em 2009

1 Janeiro, 2009

2009 já chegou.
Sei que muitos estão fazendo “planos” para 2009.

“Receitas” para o sucesso proliferam nesta época.

Então resolvi contribuir de maneira um pouco diferente, mesmo não sendo totalmente inovador.
Afinal, o número de pessoas que têm sentimentos de fracasso e frustração em relação ao ano que passou (ou anos que passaram) não é desprezível.
Creio que seja muito maior que o número de pessoas que se sentem realizadas, satisfeitas e felizes com o ano de  2008. Quando muitas pessoas falam em “sucesso”, é porque esse “artigo” está em falta. Temos a tendência de valorizar aquilo que é escasso.

Conheça o inimigo e a si mesmo e você obterá a vitória sem qualquer perigo;  conheça  terreno e as condições da natureza, e você será sempre vitorioso.” Sun Tzu

Aqui vão algumas receitas:

  1. Tenha objetivos vagos, imprecisos, genéricos. Esqueça os detalhes. Detalhes não são importantes. Diga: “eu quero ser feliz, ganhar muito dinheiro, viajar no fim do ano, etc.”. Isso basta.
  2. Basta pensar positivo. Peça o que quer e pense positivo. Faça afirmações. Passe o dia inteiro fazendo isso. Não precisa fazer mais nada. O Universo vai se encarregar de todo o resto.
  3. Pense insistentemente nas coisas que você não quer. Coisas que detesta. Coisas que teme. Gente que irrita, etc.
  4. Queira tudo ao mesmo tempo. Para ontem. Tenha pressa. Faça mil coisas ao mesmo tempo. Afinal, a vida é curta. Foco? Isso é para gente “parada” e você não é assim.
  5. Esqueça os objetivos. Não faça planos. Improvise.Viva somente o presente. Não ensinaram que o futuro não existe? Que só existe o presente?
  6. Preste atenção nas coisas erradas que acontecem a sua volta. Pessoas egoístas, feias, deselegantes, mal-intencionadas. Diga que todo político é uma praga e busque exemplos para reforçar seu ponto de vista. Violência, corrupção, tragédias, crises. Imagine um ano catastrófico.
  7. Sinta-se violentado, humilhado, ignorado, desprezado. As pessoas querem prejudicar você. As pessoas falam mal de você. Sempre querem tirar proveito de você. Ninguém quer dar espaço, ninguém respeita ninguém. Diante de um mundo assim, o que você pode fazer, além de se sentir impotente, revoltado, sem esperanças?
  8. Diante de um problema, esqueça o que pode fazer. Esqueça o que qualquer um pode fazer. Soluções triviais, “pequenas”, não interessam. Pense nas coisas que você não pode fazer. Você vai ver que há muitas coisas que não pode fazer, que dependem dos outros, que são impossíveis. Diga o quanto é difícil resolver esse problema. E acredite nisso. As coisas difíceis são mais valorizadas.
  9. Tenha horror à disciplina. Diga que a disciplina é como uma prisão. Que a disciplina não combina com a liberdade que quer. Diga que a disciplina é chata, imposição, cerceamento, falta de criatividade, desrespeito. Viva uma vida livre: ignore compromissos que assumiu, ou melhor, não assuma compromissos. Não prometa, não tenha objetivos, não defina prazos, não tenha horário para nada, não tenha orçamento para seus gastos. Viva a liberdade, já.
  10. Condicione sua felicidade a eventos e pessoas. Diga :”só vou ser feliz quando…” Quando tiver muito dinheiro, quando mudar de emprego, quando meu filho se formar, quando conseguir promoção, quando me aposentar, quando meu chefe for transferido, quando conseguir pagar as dívidas, quando…

Tenho certeza que você tem outras receitas para fracasso e frustração.

Feliz 2009.

Mizuji


Sonhos, planos e conquistas

27 Dezembro, 2008

Algumas pessoas sonham.
Apenas sonham.
“Eu gostaria tanto de…”
“Ah, se eu pudesse…”
“Como seria bom se…”
Esperam, esperam, esperam.
Sabem que esse dia está muito distante.
Não há nada a fazer. Já que tudo depende dos outros: da economia, do clima, da saúde, do dinheiro, da justiça, dos clientes, dos concorrentes, do chefe, da esposa, do namorado,  etc.

Outras pessoas vão um pouco adiante.
“Eu vou fazer…”
“Este ano vou concluir o curso de …”
“Desta vez vou mudar minha atitude em relação a…”
“Vou começar a …”
E dois meses depois, você vê que nada mudou.
Surgiram outras prioridades.
Os dias são tão corridos e não dá tempo…
“Vai ficar para próxima oportundiade.”
Frustração, desânimo, ao perceber que mais uma vez a história se repete.

Também há pessoas que se atiram nos projetos, sem pensar muito.
E pagam o preço da improvisação, do despreparo, do desperdício de tempo, dinheiro, etc.

E há pessoas que ficam pensando, pensando, pensando…
Pensam tanto  que não conseguem sair do lugar.
Querem que tudo seja perfeito.
São especialistas em enxergar as dificuldades.

Há muitas outras formas que as pessoas adotam para lidar com essa questão.

Sim, há também pessoas que parecem não fazer (quase) nenhum esforço, se divertem e conseguem avanços significativos e consistentes.
É bom notar que elas “parecem não fazer (quase) nenhum esforço”, aos nossos olhos. Mas o fato é que elas fazem muitas  coisas, via de regra bem mais do que  a maioria das pessoas. Só que, de maneira diferente, mais eficaz e mais eficiente. Enquanto que o trabalho é sofrimento para grande parte das pessoas, é uma diversão para aquelas. E mais um detalhe: sabem planejar e executar  efetivamente seus planos.

O final do ano é a época em que as pessoas revisam o ano que passou e pensam no ano que se incia. Principalmente, fazem projeções. Renovam esperanças. Fazem “planos”. Parece ser um hábito na maioria das culturas modernas.
E também parece ser um padrão dominante as pessoas fazerem muitas promessas e “planos” de mudanças que logo são esquecidos ou abandonados.

Neste contexto, os “planos” são apenas um apelido que as pessoas dão para promessas, desejos, vontades. São muito diferentes dos planos verdadeiros que permitem àquelas pessoas  cidas acima de obterem avanços significativos e consistentes, de maneira eficaz e eficiente.

E você? É daqueles que fazem “planos” ou planejam  de verdade?


Prioridade, foco e sacrifícios

14 Setembro, 2008

Queremos muitas coisas.
Queremos um computador novo, uma casa melhor, uma viagem, mais dinheiro, melhora da saúde, uma promoção no emprego, ser fluente em um inglês,..
No entanto, muitas dessas coisas simplesmente não acontecem.

Por quê?
Porque geralmente essas coisas  não são prioridades.
Talvez você argumente: “mas isso é minha prioridade”.
Será?

Pense em alguma coisa que você diz que quer mas está difícil de conseguir.
Pense por exemplo, no dinheiro.
Ganhar mais dinheiro. A maioria das pessoas diz que quer ganhar mais dinheiro. Eu também. Quem não quer?
Mas quantos efetivamente estão conseguindo ganhar mais dinheiro?
Muito poucos. A maioria continua querendo, mas não consegue.
Se você diz que quer, que precisa ganhar mais dinheiro mas não está conseguindo, vale a pena responder HONESTAMENTE a estas perguntas:

Ganhar mais dinheiro é prioridade em sua vida?
Se você diz que é prioridade (geralmente a resposta HONESTA é “não”), o que você vem fazendo ultimamente, que prova que você está dando prioridade para ganhar mais dinheiro?
Você está fazendo o que “sabe” que precisa ser feito? Sabemos que há uma grande distância entre o “saber” e o “fazer”.
Você tem a competência necessária? Se ainda não tem, é sua prioridade adquirir essa competência?
Você sabe o que acontece quando dá prioridade a esse assunto?
Do que você já abriu (ou vai abrir) mão ao dar prioridade a esse assunto?
Você sabe o que acontece quando não dá prioridade a isso? Quando não dá prioridade, acontece o que está acontecendo.

Eu perguntei “do que você vai abir mão?” e você entendeu isso como “sacrifício”?
Abir mão de algo a favor de outro que é prioridade, não é e não deve ser sacrifício.
Simplesmente você deixa de lado o que não é importante para ter o que é mais importante.
Não consegue fazer isso? Fazer isso é um sofrimento? Então aquilo que você diz que é prioridade, na prática, não é prioridade. E o resultado que vem obtendo está coerente com isso. Não ganha mais dinheiro porque isso não é prioridade na prática, apesar de você dizer que é.

Disseram para você que o universo é abundante? Que tem para todos? Sim, mas também disseram para você que precisa ter foco, não foi?
Como você pode ter foco, sem ter prioridade?

Um abraço

Mizuji


Todos nós queremos ter razão

17 Agosto, 2008

Todos nós queremos estar certos.

Quem gosta de estar sempre errado?

Ninguém erra intencionalmente. E mesmo quem “erra” intencionalmente, em determinadas circunstâncias, pensa que ao tomar essa atitude, está fazendo a coisa “certa”.

Embora sempre queiramos acertar, nós só sabemos se acertamos ou erramos, depois de feito.

Não é posível garantir o resultado antecipadamente.

Só podemos aumentar as chances. Mas, garantir, não.

Lembro-me da primeira vez que viajei ao Japão, depois de adulto (já faz  muito tempo…).  Muitas coisas me chamaram atenção e uma delas foi a previsão do tempo.
Na época, eu estava acostumado com nossa  previsão do tempo que dizia “hoje vai fazer sol de manhã e chuvisco à tarde”, “amanhã vai amanhecer nublado, mas à tarde haverá sol e vento forte…”.
Eram afirmações categóricas.
E a surpresa e curiosidade minha foi ouvir a previsão do tempo nas tvs, usando expressões como esta: “Na região X, há 90% de probabilidade de chuva no período de 8 às 12h”. Sempre havia referência à probabilidade. Não havia mais afirmações categóricas do tipo “vai fazer sol”, “vai chover”, etc.

E o que significa “90% de probabilidade de chuva” na prática?
Significa que há grande chance de chover. Mas também pode não chover, embora com pequena chance. Ou seja: pode chover mas também pode não chover.

Significa que, com base no que se conhece em meteorologia e se a natureza se comportar de acordo com o que se conhece (e isso nem sempre acontece), há muita chance de chover. Mas, ainda assim, existe a possibilidade de não chover, porque no passado houve ocasiões, embora poucas, em que não choveu quando a chuva era esperada…

Isso se aplica a tudo na vida. Não só para previsão do tempo.  O mundo funciona assim.

Mas algumas pessoas ainda não perceberam isso.

Algumas esperam ter certeza de 100% para agir. Como isso ainda não existe na prática, ficam paralisadas, sem conseguir agir.

Outras, ficam frustradas ao ver resultado diferente do que esperava: “eu fiz tudo certo mas…”

Um abraço

Mizuji


As instruções para sair da caixa….

11 Agosto, 2008

Você já deve ter ouvido/visto este conselho: “pense fora da caixa”, “saia da caixa”, etc.

É uma recomendação para sermos criativos. Experimentar coisas novas, mudar de perspectiva, pensar diferente da maneira habitual, etc. Para quê? Para que possamos encontrar soluções para nossos problemas.

E se já conhece a expressão, o que você fez dela?
Chegou a por o conselho em prática?
Ou simplesmente ouviu, achou interessante e o deixou de lado? Talvez tenha ficado para ser usado  “quando tiver tempo”.
Ou seja, você coninuou dentro da caixa.

Acontece assim com quase todos.
É a natureza humana.

Por isso, gosto mais desta expresão: “o problema de quem quer sair da caixa é que as instruções para sair dela estão do lado de fora”.

Lógico. Se fosse fácil pensar fora da caixa, não precisaríamos de conselho como este.  Se alguns  resolveram dar este conselho através de livros, palestras, artigos, etc., é porque viram muitas pessoas dentro da caixa, sem conseguir sair dela. E muitos nem se dão conta disso.

Nós estamos sempre dentro da caixa. E é por isso que não conseguimos resolver determinados problemas. Apesar dos esforços. Apesar da vontade.

O que fazer, então?

Para sair da caixa, precisamos da ajuda de alguém que está fora dela. É o caminho mais curto.

Mas, se você gosta de reinventar a roda, a escolha é sua….

Um abraço

Mizuji


A técnica de desmotivação

10 Agosto, 2008

Esta é uma técnica que muitas pessoas usam com maestria para se desmotivarem.

Pense em algo que não gosta de fazer. Alguma tarefa desagradável. detestável, tediosa, assutadora,etc.

Muitas vezes você simplesmente deixa de fazer, ou faz contra sua vontade porque é “obrigado” a fazer.

O que acontece é que, num determinado momento você tem a percepção de que precisa fazer aquela atividade. Pode ter sido lembrado por alguém ou você mesmo se lembra disso.

Imediatamente, você tem uma reação automática: diz para você mesmo algo relativo àquela atividade.

Como é uma atividade que você não quer fazer, você diz a si mesmo frases como “que chato..”, “de novo!…”, “ah, não…”, etc.

Em seguida, imagina cenas comprovando como é chato, ruim, desagradável aquela atividade.
Com isso, é claro que você se sente mal.
Pronto: você está desmotivado.

É uma técnica muito eficaz. Sempre funciona!

Você já fez isso?
Continua fazendo?
Para muitos, sim.

Sabendo deste mecanismo, o que você pode fazer de diferente agora, para ficar motivado, ao invés de desmotivado?

Um abraço

Mizuji


Você sofre porque quer

8 Agosto, 2008

Esta é a frase que um homem que trabalhou comigo falava com freqüência.

Você concorda?

O sofrimento é seu. Quem sente isso é você. E como isso acontece?

Você sofre porque seus pensamentos estão direcionados para algo que provoca esse sofrimento. Você está com foco naquilo que é desagradável, detestável, doloroso, feio, triste, assutador, desanimador, revoltante,etc. E ao dirigir seu foco para aquilo, aos poucos, começa a ter o sentimento condizente com aquilo que está observando. E sofre.

Portanto, o sofrimento foi provocado por você.

Voce pensa diferente?

Algumas pessoas  acham que são “obrigadas” a olhar para essas coisas, porque “não se pode negar a realidade”.

Mas, pense um pouco: de quem são os olhos? De quem são os ouvidos? De quem é o cérebro? E quem manda nos seus olhos, ouvidos, cérebro? Espero que você esteja mandando em seus olhos, ouvidos, cérebro.

Se você manda neles, você pode escolher onde dirigir seu foco.

Você pode olhar para aquelas coisas desagradáveis e sofrer. Se quiser.

Mas não precisa ser assim.

Mesmo porque o sofrimento em nada vai mudar aquela situação desagradável.

Se você não gosta de ver, mas “não consegue deixar de ver” por causa de sua “consciência” (quem é o dono dessa consciência?) proponho que faça diferente.

Experimente fazer as seguintes  perguntas:

Como seria, se esse problema estivesse resolvido? O que seria diferente?
E se houvesse uma forma de mudar, como poderia ser?
Estou disposto a inerferir e provocar uma mudança?
etc.

Ao invés de sofrer, você começará a buscar soluções.

Mas, se quiser continuar sofrendo, a opção é sua…

Você sofre porque quer. Meu amigo estava com toda razão.

Mizuji


Olá!

7 Agosto, 2008

Seja benvindo a meu blog.

Aproveite o que for útil a você e esqueça o resto, que pode ser útil para outra pessoa.

Nada é absoluto neste mundo.

Tudo é relativo.

Cada ser humano é único.

Existem tantas verdades quantas pessoas existirem.

Ou você pensava diferente?

Disseram que existe “a” verdade?

Bem, essa é “sua” verdade. Pode não ser minha.

Aproveite o que for útil a você. Ou você quer perder tempo com inutilidades? O tempo é seu. A vida é sua. Faça sua escolha.

Boa leitura

Mizuji